23 de março de 2010

O aluno na cibercultura

Para Moran “a educação a distância não é um fast-food onde o aluno vai e serve de algo pronto” , pois com o surgimento da cibercultura a troca de saberes é constante visto que as tecnologias de informação e comunicação possibilitam novos métodos de ensino e aprendizagem, ou seja, há a participação ativa do discente.

A internet possibilita inúmeras formas de interagir com a informação, com pessoas, interrompendo, mudando e criando novas formas de falar sobre o assunto.

14 de março de 2010

A Gênesis (postagem inaugural)

As mudanças a serem observadas nos sistemas de educação e formação

Com o surgimento do ciberespaço e da cibercultura a forma com que aprendemos no início da nossa vida se tornará arcaica com o passar dos anos, visto que a troca de conhecimentos é constante devido as tecnologias de informação e comunicação possibilitarem novos métodos de ensino e aprendizagem.

Atualmente o ensino tradicional pode estar baseado em um professor com pouca criatividade que se satisfaz com os livros indicados pelo sistema educacional, mas também o custo e a demanda de formação têm crescido. Como opção há as escolas e universidades “virtuais”, com o custo menor do que as escolas e universidades de ensino “presencial”, que tem o ensino organizado de acordo com os objetivos ou os contextos.

Os sistemas de educação e formação devem se habituar aos mecanismos e a tendência do ensino aberto e a distância, ou seja, não é apenas a troca de modalidades de ensino e sim a passagem da institucionalização para a socialização dos saberes.